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Mocambique1 Angola Angola2 Angola Angola4 Japao1 Japao2 Japao3
P. Alberto da Fonseca Prata (19.12.1931 – 23.01.2018)

 

P. Alberto da Fonseca Prata nasceu em Videmonte, Diocese da Guarda, no dia 19 de Dezembro de 1931. Desde criança queria ser padre missionário. Foi ordenado a 30 de Maio de 1957, vindo a desempenhar funções de prefeito e professor em Cucujães e em Tomar. Partiu para as Missões de Nampula, Moçambique, em 1960.

Começou a sua vida missionária na equipa de Mecutamala, diocese de Nampula. Usando a mota como veículo de locomoção, visitava as escolas (raízes das futuras comunidades). Daí nasceu a Missão de Iuluti, que ele fundou em 1975, onde se encontrava aquando da independência de Moçambique e onde foi professor na escola pública, partilhando a casa com outros professores. Obrigado a sair, foi enviado para Nacala onde também foi professor e prestou assistência a refugiados da guerra civil.

Em 1984 foi chamado para a formação no Seminário da Boa Nova, em Valadares, Portugal. Foi Reitor e, por algum tempo, pároco de Vilar do Paraíso. Enviado para o Brasil em 1991, foi pároco de Novo Cruzeiro (Diocese de Araçuaí, M.G.) e, posteriormente, reitor do Seminário da Boa Nova (Contagem, Arquidiocese de Belo Horizonte) e Superior da Região Minas – Maranhão. Fez parte da Direção Geral da SMBN e participou em Assembleias Gerais representando o Brasil. Regressou de novo a Portugal em 2008.

 

 
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Exposição missionária: «Pelos caminhos do mundo»

«Pelos caminhos do mundo» é o título da exposição missionária que há de percorrer diferentes zonas do país.

Vai ser inaugurada a 29 de setembro, pelas 11 horas, na Escola Francisco de Holanda, em Guimarães. Ali permanecerá durante 15 dias.

 

Igreja e Missão 238

Igreja e Missão 238
Maio - Agosto 2018
Editorial

A missão no coração do povo não é uma parte da minha vida, ou um ornamento que posso pôr de lado; não é um apêndice ou um momento entre tantos outros da minha vida. É algo que não posso arrancar do meu ser, se não me quero destruir. Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo. É preciso considerarmo-nos como que marcados a fogo por esta missão de iluminar, abençoar, vivificar, levantar, curar, libertar. (EG, 273).

1. Tenho recorrido com alguma frequência a estas palavras do Papa Francisco na sua exortação apostólica Evangelii Gaudium. Nós, humanos, somos, pois, uma missão sublime, mas há nódoas negras que podem agredir o interior do corpo, espalhando-se como manchas de óleo e matando o divino em nós. A Igreja – na sua peregrinação pela história – tem passado por vigorosos vendavais, mas tem permanecido de pé graças a figuras que animam e acalentam, que transmitem pontos de luz e apelam à mudança e à renovação, pois sabemos que estagnar é retroceder.

 

 

 
 
 
 
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